Ativismo individual
Cada assinatura conta! Foi com este princípio que a Amnistia Internacional iniciou o seu trabalho de ativismo pelos direitos humanos há 60 anos.
Milhões de pessoas que se juntam por uma causa e através do seu ativismo e mobilização conjunta fazem os direitos humanos cumprirem-se. Seja com a assinatura de uma petição, seja com a organização de um pequeno evento, seja com a partilha de uma notícia nas suas redes sociais, seja a escrever uma carta a alguma pessoa prisioneira de consciência.
Para ser ativista, pode juntar-se a um grupo, mas se não tiver disponibilidade para tal, pode continuar a fazer muito connosco, mesmo à distância.
Deixe-nos aqui o seu contacto, tornando-se parte da nossa rede de ações urgentes. Regularmente, enviamos uma ação urgente ou uma chamada de ação, para que de modo simples, rápido e fácil, possa contribuir com uma pequena ação, que fará uma grande diferença na vida de alguém e ajude a criar um mundo melhor e mais justo.
Grupos locais e temáticos
As estruturas operacionais são os grupos de ativistas, membros da Amnistia Internacional – Portugal que localmente, por temática de direitos humanos ou por setor profissional ou etário desenvolvem atividades de ativismo e campanhas pelos direitos humanos em Portugal.
Pessoas de diferentes lugares do país, com diferentes percursos e interesses convergem para defenderem e promoverem os direitos humanos. É através destes grupos que as nossas campanhas chegam a todo o território nacional, e é através deles que é possível conseguir uma história tão repleta de sucessos!
Cada estrutura expressa o seu ativismo de forma diferente: organizam e educam as suas comunidades, fazem campanha para o apoio e libertação imediata de prisioneiros de consciência e outros indivíduos em risco, exigem o fim das práticas de tortura, a abolição da pena de morte ou ainda a prevenção da violência contra as mulheres, entre outros assuntos.
Seja nas ruas, em salas de aulas, em conferências ou através das redes sociais, a Amnistia Internacional cresce e multiplica-se graças ao conjunto de pessoas que assumem a injustiça como uma afronta pessoal. Venha fazer parte deste movimento!
Os nossos Grupos Locais, Temáticos, e Grupos de Estudantes representam uma das formas mais poderosas de ação e ativismo que a Amnistia Internacional tem para atingir o seu objetivo em todos o país.
Grupos Setoriais
VerGrupos Universitários
VerCriação de um grupo local ou temático
Se não existir nenhum grupo perto de si, poderá ser pioneiro e ajudar a criar um. Com o devido apoio da Secção, poderá levar a cabo, em conjunto com outros ativistas, o trabalho de sensibilização e de mobilização da AI na sua localidade ou comunidade. Caso queira esclarecer alguma dúvida ou criar um grupo perto de si, consulte os passos a dar abaixo.
Como criar um grupo?
O processo de criação de cada grupo de ativismo varia segundo as particularidades de cada localidade, a existência prévia ou não de uma estrutura da Amnistia, o seu tamanho, número de membros, etc.
Os primeiros passos para a criação de um grupo local ou temático passam por:
- O primeiro passo é consultar o Manual das Estruturas Operacionais da Amnistia Internacional para perceber de forma assertiva se há interesse na criação do grupo.
- Se sim, entre em contacto com a Amnistia Internacional Portugal através do email ativismo@amnistia.pt para passarmos ao momento seguinte que é organizar consigo uma sessão de esclarecimento da Amnistia Internacional na sua localidade, escola ou universidade para que outras pessoas participem na formação do Núcleo;
- Depois dessa sessão e com o envolvimento das pessoas que participarem nela, formalizará a criação do grupo preenchendo e enviando este Formulário de Candidatura para Novas Estruturas 2021 que será apreciada e aprovada pela direção da Amnistia Internacional.
Completou com sucesso o processo inicial! Agora é hora de Ativismo em grupo, sempre pelos direitos humanos!
Ativismo em tempo de pandemia global
A crise humana a nível global que vivemos recentemente alterou muito as nossas vidas e normalizou espaços de encontro digital / virtual.
Junto com a necessidade de nos adaptarmos às novas normas que obrigaram ao distanciamento social e a procedimentos de proteção sanitária pessoal, novas formas de trabalho foram surgindo e solidificando-se.
Com o desenvolvimento da nossa capacidade de adaptação e resiliência, também o ativismo de direitos humanos ganhou novas capacidades de adaptação e resiliência. O ativismo dos Grupos, do Cogrupos, dos Grupos Setoriais e Grupos de Estudantes, que normalmente dependia exclusivamente do contacto direto e pessoal, caminhou para a construção de uma comunidade virtual e digital.
Propomos algumas sugestões para organizar o trabalho de direitos humanos durante a pandemia e que não perdem valor.
Para planear e coordenar iniciativas preparámos um conjunto de sugestões que pode continuar a aproveitar sempre.
Ativismo em tempo de pandemia