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FAQs - Perguntas Frequentes

A Amnistia Internacional é um movimento mundial de pessoas que fazem campanha pelo reconhecimento e respeito dos direitos humanos internacionalmente reconhecidos para todos.

Acreditamos que os abusos dos direitos humanos em qualquer lado são preocupação das pessoas de todo o lado.

Indignados com os abusos aos direitos humanos mas inspirados pela esperança de um mundo melhor, trabalhamos no sentido de melhorar a vida das pessoas através de campanhas e da solidariedade internacional.

A nossa missão consiste em investigar e gerar ações no sentido de prevenir e acabar com as graves violações dos direitos humanos e no sentido de exigir justiça para aqueles cujos direitos foram violados.

Os nossos membros e apoiantes exercem influência sobre governos, órgãos políticos, empresas e grupos intergovernamentais.

Os ativistas encaram as questões dos direitos humanos por meio da mobilização de pressão pública através de manifestações , vigílias e lóbi direto, bem como através de campanhas online e offline.

Trabalhando com e para indivíduos em todo o mundo, fazemos campanha para que todas as pessoas possam gozar de todos os direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Investigamos e agimos com o objetivo de prevenir e acabar com as graves violações destes direitos, exigindo que todos os governos e outras entidades poderosas respeitem o primado da lei. Isto significa que fazemos campanha a nível mundial e local onde podemos fazer a diferença. Por exemplo, agimos no sentido de:

  •  Acabar com a violência sobre as mulheres
  •  Defender os direitos e a dignidade daqueles aprisionados na pobreza
  •  Abolir a pena de morte
  •  Constituir oposição à tortura e combater o terrorismo com justiça
  •  Libertar prisioneiros de consciência
  •  Proteger os direitos dos refugiados e dos migrantes
  •  Regular o comércio mundial de armas

 

Milhares de membros da Amnistia Internacional respondem a apelos para Ações Urgentes em nome de pessoas que correm risco imediato. A publicidade através dos órgãos de comunicação social e da Internet levam a nossa mensagem em vários idiomas até milhares de pessoas.

As campanhas podem mudar a vida das pessoas – das vítimas e sobreviventes de violações dos direitos humanos, de ativistas e defensores dos direitos humanos e até mesmo daqueles que os violam. 

Todas as nossas campanhas e investigação baseiam-se em factos. De entre as muitas atividades que desenvolvemos: 

  • Enviamos peritos para falar com as vítimas
  • Observamos julgamentos
  • Entrevistamos agentes locais
  • Contactamos com ativistas dos direitos humanos
  • Monitorizamos os meios de comunicação globais e locais
  • Publicamos relatórios detalhados
  • Informamos os órgãos de comunicação social
  • Publicitamos as nossas preocupações através de documentos, folhetos, posters, anúncios publicitários, boletins e sítios da Internet

Podemos ajudar a parar as violações dos direitos humanos mobilizando o público no sentido de exercer pressão sobre governos, grupos políticos armados, empresas e órgãos intergovernamentais através de: 

  • Manifestações públicas
  • Vigílias
  • Campanhas de escrita de cartas
  • Educação para os Direitos Humanos
  • Concertos de sensibilização
  • Lobbying direto
  • Apelos direcionados
  • Petições por email e outras ações online
  • Parcerias com campanhas de grupos locais
  • Atividades comunitárias
  • Cooperação com grupos de estudantes

A esmagadora maioria dos nossos fundos chega-nos através de pessoas de todo o mundo. Estes donativos de membros e apoiantes permitem à Amnistia Internacional manter completa independência de todos e quaisquer governos, ideologias políticas, interesses económicos ou religiões. Não procuramos nem aceitamos quaisquer fundos para a investigação dos direitos humanos de governos ou partidos políticos e apenas aceitamos apoio de empresas que tenham sido cuidadosamente escrutinadas. Através desta forma ética de angariação de fundos e dos donativos individuais, somos capazes de nos mantermos firmes e inabaláveis na defesa dos direitos humanos universais e indivisíveis.


Há cinco décadas, a notícia de dois estudantes portugueses condenados a sete anos de prisão por brindarem à liberdade horrorizou o advogado britânico Peter Benenson.

Ele escreveu para o jornal britânico The Observer apelando a uma campanha internacional para pressionar as autoridades de todo o mundo com protestos em nome dos “prisioneiros esquecidos”.

A 28 de Maio de 1961, o jornal lançou a sua campanha de um ano, "Apelo para Amnistia 1961", apelando a pessoas de todo o mundo para que protestassem contra o aprisionamento de homens e mulheres com base nas suas crenças políticas ou religiosas – “prisioneiros de consciência”. 


Através das nossas equipas de investigação que se debruçam sobre alguns países e temas em particular e investigam relatos de violações aos direitos humanos, cruzando e corroborando a sua informação através de um vasto leque de fontes e contactos.

Recebemos informação de muitas fontes, incluindo:

  • Prisioneiros e outros que sofram violações dos seus direitos humanos, e os seus representantes
  • Sobreviventes de abusos e as suas famílias
  • Advogados e jornalistas
  • Refugiados
  • Diplomatas
  • Órgãos religiosos e trabalhadores comunitários
  • Agências humanitárias e outras organizações de direitos humanos
  • Defensores dos Direitos Humanos

Monitorizamos

Antes de qualquer declaração, publicação ou elaboração de relatórios, o seu texto é sujeito a uma revisão atenta de forma a assegurar que está factualmente correto, politicamente imparcial e de acordo com a missão da Amnistia Internacional.

Quando a Amnistia Internacional trabalha com base em alegações ao invés de factos incontestáveis, certifica-se que seja feita referência a essa informação e pode apelar à constituição de uma investigação.

Se a Amnistia Internacional comete um erro, publica uma correção.

Como resultado, a pesquisa da Amnistia Internacional é reconhecida globalmente pela sua fiabilidade. Somos vastamente consultados, incluindo por governos, organizações intergovernamentais, jornalistas, académicos e outras organizações de direitos humanos e grupos de campanha. 

Se for negado à Amnistia Internacional o acesso oficial a um país, as equipas de investigação podem ter que se basear em fontes de informação exteriores ao país, incluindo relatos jornalísticos, peritos, refugiados, representantes diplomáticos e defensores dos direitos humanos. 

Em circunstância alguma a Amnistia Internacional faz investigação velada ou não consentida pelas autoridades do país em causa.