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quinta, 20 janeiro 2011 09:39

Indivíduos em Risco

A Amnistia Internacional trabalha casos individuais, procurando assegurar melhorias na vida destas pessoas, assim como combater as causas que conduzem aos abusos de que são vítimas.

Ao escolher trabalhar sobre um caso de um individuo em risco, você pode desafiar as práticas que conduzem às violações de direitos humanos e trazer esperança à vida de cada um destes indivíduos.

Os Indivíduos em risco de violações dos seus direitos humanos, estão desde o início no centro do trabalho da AI. Desde a sua fundação, a AI tem vindo a trabalhar casos de prisioneiros de consciência, defensores de direitos humanos e de pessoas “desaparecidas”. Também tem trabalhado a favor de vítimas de julgamentos injustos, de tortura, de desalojamentos forçados e ainda a favor de pessoas que viram negado o seu direito à educação e outros direitos humanos.

Ao escolher defender um indivíduo em risco você enviará cartas apelo para as autoridades em questão e cartas de solidariedade às vítimas e/ou família. As Secções da AI pressionam governos e imprensa para dar visibilidade e procurar soluções para estes casos.

O trabalho sobre casos individuais tem resultados positivos em muitas das situações que trabalhamos. Os testemunhos recebidos por muitos dos indivíduos por quem fazemos campanha permitem também perceber esse efeito.

Testemunhos Reais

“O meu nome é Carlos Garay, um ex-prisioneiro de consciência em Lima, Peru, que foi adoptado pela Amnistia Internacional. (…) Quero expressar o meu agradecimento eterno a todos os grupos da Amnistia Internacional espalhados pela Europa e outras partes do mundo que trabalharam para a minha libertação”. Os meus agradecimentos a todos os que me ajudaram a ficar mais forte e encarar o meu sofrimento, com as vossas cartas, vozes, orações e desejos”

Carlos Garay, libertado a 25 de Março de 2010, esteve preso durante 16 anos.

“Quando chegou a primeira carta parecia qualquer coisa do outro planeta”, disse Marina Aidova em entrevista à AI em 2006. Em 1971, a mulher e filha do prisioneiro político Slava Aidov inesperadamente receberam um carta de dois membros da AI em Inglaterra. Esta carta marcou o início de 15 anos de correspondência que continuaram depois da libertação de Slava Aidov de um campo de trabalho soviético onde esteve preso desde 1966. Marina, que na altura tinha 8 anos, descreveu as cartas como “um sinal de que alguém se preocupava".

 

Pessoas em risco que pode ajudar