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Gaza

quarta, 23 dezembro 2009 11:01

Apenas 41 camiões com materiais de construção tiveram autorização para entrar no território desde Janeiro;

Casas, escolas, hospitais e redes de abastecimento de água não podem ser reconstruídos.


Um grupo de 16 líderes de organizações humanitárias e de defesa dos Direitos Humanos afirmou, no dia 22 de Dezembro, num relatório lançado para assinalar o aniversário do início da ofensiva militar de Israel contra Gaza, que a comunidade internacional traiu a população de Gaza ao não prestar o apoio necessário para que as suas palavras passassem a medidas concretas, assegurando o fim do bloqueio de Israel que impede a reconstrução e recuperação.

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quinta, 05 novembro 2009 11:00

Amnistia Internacional congratula-se com a resolução adoptada pelo Conselho de Direitos Humanos que recomenda que a Assembleia Geral das Nações Unidas considere o relatório Goldstone, e que aprova as recomendações do documento.
O relatório Goldstone resulta de uma missão da ONU no terreno, liderada pelo juiz Richard Goldstone e com o objectivo de investigar as violações ao Direito Internacional e aos Direitos Humanos ocorridas entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009 em Israel e nos Territórios Ocupados da Palestina.

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segunda, 26 outubro 2009 10:58

A Amnistia Internacional acusou Israel de estar a negar aos Palestinianos o acesso a água potável, mantendo total controlo das fontes de água partilhadas, e de levar a cabo políticas discriminatórias.
Esta restrição de água nos Territórios Palestinianos Ocupados (TPO) é pouco razoável e impede que os Palestinianos desenvolvam infra-estruturas hídricas.  

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terça, 06 outubro 2009 10:56

Uma vez que o Conselho dos Direitos Humanos encerra esta semana a discussão sobre o relatório Goldstone, a Amnistia Internacional apela ao Secretário-geral das Nações Unidas para que recomende o relatório ao Conselho de Segurança da ONU sem demora.
Esta semana o Conselho de Direitos Humanos vai reunir em Genebra para discutir as conclusões e recomendações do relatório da Missão de Investigação do juiz Richard Goldstone sobre violações ao Direito Internacional que ocorreram durante o conflito em Gaza e no sul de Israel entre 27 de Dezembro de 2008 e 18 de Janeiro de 2009. 

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sexta, 18 setembro 2009 10:54

Todos os órgãos relevantes das Nações Unidas devem agir prontamente e em coordenação para implementar as recomendações do Relatório Goldstone das Nações Unidas que relata as violações ao direito internacional cometidas em Gaza e no sul de Israel nos meses de Dezembro e Janeiro, afirmou a Amnistia Internacional.
“O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas deve apoiar este relatório assim como as suas recomendações e deve pedir ao Secretário-geral das Nações Unidas para que faça referência ao documento no Conselho de Segurança da ONU,” afirmou Donatella Rovera, que liderou a investigação efectuada pela Amnistia Internacional no conflito em Israel e Gaza.

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quarta, 01 julho 2009 10:53

As forças israelitas mataram centenas de civis palestinianos desarmados e destruíram milhares de casas em Gaza em ataques que violaram as leis da guerra, conclui a Amnistia Internacional num novo relatório de 117 páginas publicado hoje – o primeiro relatório exaustivo sobre o conflito de 22 dias a ser publicado este ano.

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sexta, 22 maio 2009 10:51

O Conselho de Segurança das Nações Unidas deve seguir os seus apelos aos esforços renovados no processo de paz através de medidas concretas que assegurem que tanto os israelitas como os palestinianos cumpram com as suas obrigações ao abrigo da legislação internacional humanitária e de direitos humanos, monitorizando e reforçando o cumprimento. De outro modo, declarações sobre o alcance de uma paz global, tais como as reiteradas na reunião do Conselho de Segurança de 11 de Maio de 2009, terão poucas probabilidades de alguma vez se tornarem realidade.

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sexta, 20 fevereiro 2009 10:50

A Amnistia Internacional afirmou hoje, de acordo com informações recentemente publicadas sobre as munições utilizadas nas três semanas de conflito, que tanto Israel como o Hamas recorreram a armas fornecidas por países estrangeiros nos seus ataques a civis, e pede às Nações Unidas que imponha um exaustivo embargo às armas.
As forças israelitas utilizaram fósforo branco e outras armas fornecidas pelos Estados Unidos da América em inúmeras violações da lei humanitária internacional, incluindo crimes de guerra. Os seus ataques resultaram na morte de centenas de crianças e outros civis, e na destruição maciça de casas e infra-estruturas”, afirmou Donatella Rovera, que liderou a missão de investigação da Amnistia Internacional ao Sul de Israel e a Gaza. “Ao mesmo tempo, o Hamas e outros grupos armados palestinianos dispararam centenas de rockets contrabandeados ou construídos a partir de componentes estrangeiras em áreas civis em Israel. Ainda que se tenha tratado de armamento muito menos letal que o utilizado por Israel, o disparo destes rockets também constitui um crime de guerra e causou muitas mortes civis”.

 Mesmo antes das três semanas de conflito, aqueles que armaram ambos os lados estariam cientes do uso indevido destas armas por parte de ambas as facções. Devem assumir responsabilidade pelas violações cometidas com recurso ao armamento que forneceram e cessar imediatamente futuras transferências.

 Enquanto o principal fornecedor de armas de Israel, os Estados Unidos da América têm uma obrigação particular de interromper qualquer fornecimento que contribua para graves violações das leis da guerra e direitos humanos”, afirmou Malcom Smart, Director para o Médio Oriente.

 Durante muitos anos, os Estados Unidos da América (EUA) têm sido o principal fornecedor de armas convencionais a Israel. Sob um acordo de menos de 10 anos, até 2017, os EUA devem fornecer 30 biliões de dólares em ajuda militar a Israel, um incremento de 25% comparativamente ao período que precedeu a administração Bush.

 Em grande medida, a ofensiva militar de Israel em Gaza foi executada com armas, munições e equipamento militar fornecido pelos EUA e pago com o dinheiro dos contribuintes norte-americanos”, declarou Malcom Smart.

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