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Gaza

quarta, 11 fevereiro 2009 10:49

A Amnistia Internacional divulgou um documento onde se denuncia que desde o final de Dezembro de 2008, durante e após a ofensiva militar israelita que durou três semanas e matou cerca de 1300 palestinianos, a maioria dos quais civis, as forças do Hamas e milícias na Faixa de Gaza têm empreendido uma campanha mortal de raptos, mortes deliberadas e ilegais, tortura e ameaças de morte contra aqueles que acusam de “colaborar” com Israel, bem como contra opositores e críticos. Pelos menos duas dúzias de pessoas foram abatidas a tiro por atiradores do Hamas e muitos outros foram atingidos nas pernas, as suas rótulas destruídas, sofreram outros ferimentos infligidos com a intenção de causar danos permanentes, foram sujeitos a espancamentos que resultaram em fracturas múltiplas e outros ferimentos, ou foram alvo de tortura e outros maus-tratos.

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quinta, 22 janeiro 2009 10:48

A Amnistia Internacional está no terreno em Gaza. Agora que oficialmente cessaram os ataques, os observadores que vão chegando ao terreno testemunham o grau de devastação e o elevado número de vítimas. Embora esporadicamente tanto um lado como o outro vão lançando bombas e rockets quebrando o frágil cessar-fogo. Consideramos agora fundamental que se agilize e reforce a ajuda humanitária e que se inicie um processo de responsabilização dos culpados pelos crimes de guerra, pelas violações dos direitos humanos e do direito internacional. Assim, a AI está a apelar aos Estados e organismos internacionais relevantes para assegurarem o estabelecimento de uma investigação exaustiva, independente e imparcial sem demoras aos abusos da lei humanitária internacional e de direitos humanos, incluindo os ataques israelitas a civis ou a edifícios civis na Faixa de Gaza, os ataques desproporcionados das mesmas forças, assim com os ataques com rockets perpetrados pelos grupos palestinianos contra as populações civis do sul de Israel.

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terça, 20 janeiro 2009 08:20

Os delegados que integram a equipa de monitorização da situação averiguação de factos da Amnistia Internacional em visita a Gaza encontraram provas irrefutáveis do uso generalizado de fósforo branco em zonas residenciais densamente povoadas, na cidade de Gaza e a norte. Entre os indícios relatados, contam-se ruas pejadas de cartuchos e latas contendo a substância venenosa, alguns ainda em combustão. De acordo com Christopher Cobb-Smith, perito em armas que integrou a comitiva da Amnistia Internacional, o fósforo branco é uma arma destinada a criar uma cortina de fumo que permite a entrada de tropas. No entanto, os seus efeitos são de tal ordem nocivos que este nunca deveria ser utilizado em zonas civis – em contacto com a pele, o fósforo branco pode queimar através de músculo até ao osso e continuar a queimar enquanto não for privado de oxigénio.

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sexta, 16 janeiro 2009 08:19

É urgente o estabelecimento de um embargo total às remessas de armas que chegam a todas as partes envolvidas no conflito em Gaza, de forma a prevenir mais ataques ilegais e violações da lei internacional, defende a Amnistia Internacional à medida que se sabe estar um carregamento de munições norte-americanas em trânsito para Israel. "A última coisa de que precisávamos agora era mais armas e munições numa região que está pejada de armas das quais se tem feito um uso contrário ao disposto pelas directivas internacionais e que têm exercido um efeito devastador na população civil de Gaza", afirmou Malcom Smart, Director do Programa do Médio Oriente e Norte de África.

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quinta, 15 janeiro 2009 08:17

Vamos apelar a mais cuidados médicos para a Faixa de Gaza


Ao fim de mais de dois meses de ataques entre o Hamas e Israel, os meios de comunicação social apontam hoje para 1.000 palestinianos mortos. O número exacto de feridos mantém-se desconhecido, mas a 7 de Janeiro a Organização Mundial de Saúde contabilizava 2.950 feridos, dos quais 1.134 eram mulheres e crianças.

Os serviços médicos da Faixa de Gaza não têm capacidade para dar assistência ao elevado número de pessoas que precisam de ajuda.
As condições nos hospitais e noutras instalações médicas têm-se vindo a agravar de tal forma que o Ministro da Saúde Palestiniano já declarou o estado de emergência. Os hospitais estão no seu limite e todo o pessoal médico está de serviço.

Os medicamentos essenciais e outros recursos são escassos e as ajudas internacionais ao fornecimento de material médico não têm sido suficientes para lidar com a entrada contínua de civis feridos nos hospitais.


Os ataques têm também afectado o acesso a tratamento médico dos pacientes que sofrem de doenças crónicas, uma vez que os hospitais estão a dar prioridade aos pacientes mais urgentes. Assim, pessoas com doenças graves, incluindo casos de cancro, não têm obtido resposta.

Por tudo isto, a Amnistia Internacional pede-lhe, enquanto profissional de saúde, que escreva....

... às Autoridades Israelitas, explicando que é um profissional de saúde preocupado com os direitos humanos e apelando a que acabem com os ataques e assegurem que os pacientes em estado mais critico possam ser transferidos para hospitais no Egipto.

... às Autoridades Egípcias, explicando que é um profissional de saúde preocupado com os direitos humanos e apelando a que permitam e agilizem a transferência para o Egipto dos pacientes que precisam de tratamento urgente.


Aqui apresentamos modelos de cartas que pode remeter para as respectivas autoridades (Israel e Egipto), as quais só terá de assinar. Agradecemos que nos dê também conhecimento da sua participação, para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email .

Pode ainda enviar cópias destas cartas para as Embaixadas de Israel e do Egipto em Portugal, para as seguintes moradas e endereços e-mail:

Embaixada de Israel em Portugal:
R António Enes 16,4º, 1050-025 LISBOA
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email


Embaixada da República Árabe do Egipto em Portugal:
Avenida D. Vasco Gama 8, 1400-128 LISBOA
Email:
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Caso receba alguma resposta das autoridades a quem se dirigem os apelos, agradecemos que remeta uma cópia para a secção portuguesa da Amnistia Internacional, para o email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email , para o fax 21 386 17 82 ou por correio, para Av. Infante Santo, 42 – 2.º, 1350-179 Lisboa.

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quinta, 15 janeiro 2009 08:15

À medida que continua a escalada de violência em Gaza, os dados da Amnistia Internacional indicam que se contabilizaram já quase um milhar de mortos palestinianos, sendo pelo menos 400 deles civis. Há ainda a registar mais de uma dezena de baixas do lado Israelita. Números que aumentam a cada dia que passa e que são já os mais elevados das últimas quatro décadas de confrontos entre Israel e os grupos armados nos Territórios Palestinianos Ocupados.

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