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China

quinta, 09 julho 2009 11:56

A Amnistia Internacional apelou às autoridades em Urumqi para que iniciem de imediato uma investigação independente e imparcial na sequência da morte de 156 pessoas após os protestos se terem tornado violentos.
As autoridades chinesas divulgar o número total das vítimas e dos detidos. Devem libertar imediatamente todos os manifestantes pacíficos que foram detidos. Devem dar início a uma investigação exaustiva que deve culminar num julgamento justo de acordo com os padrões internacionais sem recurso à pena de morte” afirmou Roseann Rife, Vice-Directora do Programa Ásia-Pacífico da Amnistia Internacional.

 
quinta, 09 julho 2009 11:54

As autoridades devem assegurar que o sobrevivente do sismo de Maio de 2008 em Sichuan, He Hongchun, não seja sujeito a mais castigos e que as condições de uma pena suspensa sigam a lei chinesa. He Hongchun foi condenado hoje, dia 9 de Julho, por “reunir uma multidão para perturbar a ordem pública”- Hongchun organizou um protesto em frente a uma seguradora em representação de mais de quinhentos pais que perderam os filhos no sismo - e sentenciou-o a três anos de prisão com pena suspensa. Acreditando que nunca deveria ter sido condenado em primeiro lugar por acusações vagas no âmbito da manutenção da ordem simplesmente por procurar reparação, a Amnistia Internacional receia que ele possa enfrentar represálias e restrições que ultrapassam o mandato de uma pena suspensa tal como estipulado pela lei e regulamentos chineses.

 
quarta, 03 junho 2009 11:53

Activistas dos Direitos Humanos vão manifestar-se amanhã, dia 4 de Junho às 18h30, em Lisboa, no Rossio, pela libertação dos participantes no movimento pró – democracia da Praça Tiananmen e de todos aqueles que têm vindo a ser detidos por pedirem às autoridades chinesas a reavaliação dos acontecimentos de 4 de Junho de 1989.
Será levada a cabo uma representação teatral simulando o massacre de Tiananmen de 1989. 

 
terça, 02 junho 2009 11:52

As autoridades chinesas devem abrir um inquérito independente à violenta repressão militar de 1989 sobre os manifestantes pacíficos em volta da Praça de Tiananmen, afirmou a Amnistia Internacional.
O Governo chinês frustrou quaisquer tentativas de clarificar as circunstâncias e responsabilidades pela repressão militar que resultou em centenas de mortos e feridos em Junho de 1989. Na antecipação do vigésimo aniversário dos protestos, as autoridades foram intensificando a repressão sobre activistas de direitos humanos e sobre advogados. 

 
quinta, 14 maio 2009 11:51

O Governo Chinês tem-se recusado a levar a cabo um inquérito aberto, independente e imparcial aos acontecimentos dos dias 3-4 de Junho, na Praça de Tinanmen. É necessário que a justiça prevaleça e que as vítimas não sejam esquecidas. Nesse sentido a Amnistia Internacional - Secção Portuguesa promove várias acções públicas no próximo dia 4 de Junho, 5ª feira, à qual várias estruturas já demonstraram interesse em se associar.

 
quinta, 14 maio 2009 11:49

Nos primeiros meses de 1989 os estudantes universitários de Pequim começaram a mostrar a sua insatisfação perante a corrupção dos responsáveis chineses, exigindo reformas políticas e económicas. As suas revindicações suscitaram um apoio público crescente e a pouco e pouco começaram a ter lugar manifestações por toda a China.
As autoridades não conseguiram deter este movimento e as tensões foram aumentando, principalmente em Pequim, até que em 20 de Maio foi imposta a lei marcial.

 
segunda, 09 março 2009 11:48

O dia 10 de Março de 2009 marca os 50 anos da revolta tibetana de 1959 que levou à fuga do Dalai Lama para a Índia.

Na ocasião do aniversário do ano passado várias manifestações em diversas partes da Região Autónoma do Tibete e nas Províncias de maioria tibetana levaram a detenções arbitrárias e a inúmeros relatos de violações dos direitos humanos. Estas violações incluíram detenções prolongadas, tortura e maus tratos, de que em alguns casos resultou a morte dos detidos.

 
segunda, 09 março 2009 11:47

Dia 10 de Março de 2009, data em que se comemoram os 50 anos da Revolta Nacional Tibetana contra a ocupação Chinesa, iremos relembrar a coragem dos Tibetanos e homenagear as vítimas da ocupação. Para tal, está agendada uma concentração junto à Embaixada da República Popular da China, na Rua de S. Caetano, 2, em Lisboa, a partir das 19 horas.

 

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