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Brasil

quarta, 28 janeiro 2009 17:25

O assassinato de Manoel Mattos, vice-presidente do Partido dos Trabalhadores no Estado de Pernambuco e activista dos direitos humanos, é uma consequência visível do falhanço das autoridades no combate aos “esquadrões da morte” e à corrupção policial em todo o nordeste do Brasil, afirma a Amnistia Internacional. No dia 24 de Janeiro, dois homens encapuçados invadiram a casa de Manoel Mattos e dispararam sobre ele à queima-roupa. Mattos tinha recebido repetidas ameaças de morte em resultado do seu trabalho de denúncia de assassinatos e abusos cometidos pelos “esquadrões da morte” em todo o nordeste do Brasil. Apesar das ameaças, a Policia Federal tinha recentemente retirado a protecção de que Manoel usufruía, alegadamente por já não ser necessária.

 
segunda, 24 novembro 2008 17:23

A Amnistia Internacional congratula a Comissão de Inquérito Parlamentar do Rio de Janeiro pela sua investigação sobre a crescente actividade das milícias naquela cidade e pela finalização de um relatório que, representando um grande risco pessoal para os inquiridores, é um passo fundamental na luta contra estas organizações. A Amnistia Internacional apela as autoridades que sigam as recomendações do relatório, investigando as denúncias feitas contra 200 indivíduos, nomeadamente polícias, guardas prisionais, políticos e homens de negócios, suspeitos de envolvimento com as milícias. As recomendações incluem a criação de um corpo independente dedicado a estas investigações que abrangem as práticas de corrupção eleitoral e o crime organizado.

 
sexta, 10 outubro 2008 17:21

A decisão do Procurador-Geral da República de pedir uma intervenção federal no estado de Rondônia por violações sistemáticas de direitos humanos na Casa de detenção José Mário Alves, conhecido como Urso Branco, representa um marco na luta pelos direitos humanos no Brasil. A intervenção federal, com base em violações sistemáticas de direitos humanos, poderá ser um instrumento indispensável no combate aos crimes cometidos por agentes do estado. Por isto a Amnistia Internacional espera que o Supremo Tribunal Federal emita uma decisão favorável ao pedido do Procurado Geral com a maior brevidade possível.

 
sexta, 06 junho 2008 17:20

A liberdade de imprensa e a protecção dos direitos humanos estão a ser postas em causa pelas acções brutais de gangues criminosos constituídos por polícias fora de serviço no Rio de Janeiro, à medida que surgem relatos do rapto e tortura de uma equipa de jornalistas por um grupo para-policial, conhecido no local como milícias, afirmou a Amnistia Internacional.

 
sexta, 23 novembro 2007 17:17
”As mulheres brasileiras são vítimas escondidas de um sistema de detenções decadente, que as expõe a violações e outras formas de maus tratos” diz Tim Cahill, investigador da Amnistia Internacional para o Brasil.

 

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