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Angola

quinta, 28 maio 2015 09:49

Autoridades angolanas têm de retirar todas as acusações contra o jornalista Rafael Marques

 

As autoridades angolanas têm de abandonar todos os esforços que estão a fazer para ressuscitar o caso criminal por difamação e denúncia caluniosa contra o jornalista de investigação angolano Rafael Marques de Morais, insta a Amnistia Internacional quando está prestes a ser conhecida a sentença em tribunal.

 
quinta, 21 maio 2015 17:11

Amnistia Internacional saúda retirada de todas as acusações em Angola contra Rafael Marques de Morais

 

A Amnistia Internacional saúda o desfecho do caso judicial contra Rafael Marques de Morais, com a retirada hoje de todas as acusações contra o jornalista e defensor de direitos humanos angolano, num tribunal em Luanda. Destaca positivamente também outra conclusão da sessão de hoje, a de reafirmação da monitorização da situação de direitos humanos em Angola, a ser feita em colaboração com todas as entidades envolvidas neste processo judicial.

 
quarta, 20 maio 2015 16:31

AI entregou 10.935 petições ao Ministério dos Negócios Estrangeiros português em defesa do caso do jornalista angolano Rafael Marques

A Amnistia Internacional Portugal entregou ao Ministério dos Negócios Estrangeiros 10.935 petições assinadas em defesa do jornalista angolano Rafael Marques de Morais, que está a ser julgado em Luanda por denúncia caluniosa e difamação devido às denúncias de alegadas violações de direitos humanos que fez no livro “Diamantes de Sangue, Corrupção e Tortura em Angola” . Nova audiência em tribunal está marcada para esta quinta-feira, 21 de maio.

 
quarta, 13 maio 2015 15:57

Acusações forjadas contra ativistas em Angola é uma farsa de justiça

A continuada detenção de defensores de direitos humanos com base em acusações forjadas de crimes contra a segurança de Estado em Angola constitui uma flagrante opressão da liberdade de expressão e uma farsa de justiça naquele país, reitera a Amnistia Internacional juntamente com outras quatro organizações de direitos humanos ao fim de dois meses de detenção de dois ativistas.

 
quinta, 23 abril 2015 15:53

Julgamento do jornalista Rafael Marques em Angola é uma farsa à liberdade de expressão

O julgamento do jornalista angolano Rafael Marques de Morais, que será retomado a 14 de maio, é uma farsa em torno da liberdade de expressão e as acusações contra ele formuladas têm de ser imediata e incondicionalmente retiradas, sustenta a Amnistia Internacional esta quinta-feira, 23 de abril, dia em que o autor do livro “Diamantes de Sangue, Corrupção e Tortura em Angola” voltou a tribunal em Luanda num processo criminal por denúncia caluniosa e difamação.

 
segunda, 23 março 2015 09:56

Mais de 30 organizações de todo o mundo dizem a Angola que “a liberdade de expressão é mais importante do que os diamantes”

Mais de 30 organizações internacionais, regionais e nacionais, encabeçadas pela Amnistia Internacional, instam em carta aberta as autoridades de Angola a porem fim ao que consideram ser uma  tentativa de perseguição do escritor e jornalista Rafael Marques, por entenderem estar em causa o seu direito à liberdade de expressão, protegido pela lei internacional.

 
quarta, 18 março 2015 12:09

Ativistas detidos em Angola devem ser imediatamente libertos e de forma incondicional

As autoridades angolanas têm de libertar imediatamente e de forma incondicional os dois defensores de direitos humanos que foram detidos na região de Cabinda, apenas por exercerem os seus direitos de liberdade de expressão e de protesto pacífico, é instado em conjunto por cinco organizações, incluindo a Amnistia Internacional.

 
quinta, 13 novembro 2014 01:01

Execuções extrajudiciais, tortura e desaparecimentos estrangulam a dissidência em Angola

 

O Governo do Presidente José Eduardo dos Santos tem de parar prontamente com as execuções extrajudiciais, os desaparecimentos forçados, as detenções arbitrárias e a tortura daqueles que se opõem ao regime de 35 anos do chefe de Estado às mãos das forças de segurança do país, insta a Amnistia Internacional na esteira do novo relatório que documenta a situação de direitos humanos em Angola desde 2011 até ao presente.

 

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