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Segurança com Direitos Humanos

Notícias

terça, 11 novembro 2008 00:00

Guantánamo: ONG pedem cooperação dos Governos Europeus  

altNos desafios colocados à nova administração Norte-Americana, a Amnistia Internacional considerou o encerramento de Guantánamo uma prioridade. No seguimento disto, elaborou na passada segunda-feira, 10 de Novembro, com outras quatro organizações de Direitos Humanos, um apelo aos Governos Europeus para que cooperem com o recém-eleito Presidente Obama na procura de soluções para os entraves existentes ao encerramento de Guantánamo.
 

A Amnistia Internacional, o Centro de Direito Constitucional, a Human Rights Watch, a Reprieve e a Federação Internacional dos Direitos Humanos pediram, no apelo conjunto, aos Governos Europeus que ofereçam protecção aos cerca de 50 detidos na prisão de Guantánamo que, apesar de não terem sido acusados de nenhum crime, não podem regressar aos seus países de origem por temerem pela sua segurança. O repatriamento destas pessoas é fundamental para que se possa prosseguir com o encerramento efectivo de Guantánamo.
 

 
segunda, 01 setembro 2008 00:00

Reino Unido: Fornecimento de informações é essencial para julgamento justo  

A Amnistia Internacional apela ao governo britânico para que forneça as informações requeridas pelos advogados de Binyam Mohamed, outrora residente no Reino Unido, que agora se encontra preso em na baía de Guantánamo. Estas informações são fundamentais para apoiar a sua defesa e comprovar que este foi vítima de tortura e maus-tratos no âmbito do programa norte-americano de rendições e detenções secretas.

Binyam Mohamed, de nacionalidade etíope, detido em Abril de 2002 no aeroporto de Karachi, foi alvo de tortura e desrespeito pelos seus direitos em diversas facilidades nas quais esteve detido, sendo que desde 2004 se encontra na prisão de Guantánamo onde deverá ser julgado perante uma comissão militar.
 

 
sexta, 29 agosto 2008 00:00

Os desaparecidos não serão esquecidos  

altDecorria o ano de 1982 quando El Salvador mergulhou num sangrento conflito interno. Maria Victoria Franco encontrava-se junto às suas duas filhas, Ernestina e Erlinda, de sete e três anos, respectivamente, quando o Exército as capturou numa operação militar. Maria Victoria nunca mais as viu, nada foi investigado e ninguém foi culpabilizado. Passaram já 25 anos sobre o seu desaparecimento.

Foi também há vinte e cinco anos que o mundo despertou para o problema dos desaparecimentos forçados e para o drama das suas famílias, no seguimento da iniciativa da Federação Latino-Americana de Associações de Familiares de Detidos-Desaparecidos, que na altura propôs o dia 30 de Agosto para Dia Internacional dos Desaparecidos. Desde então, a Amnistia Internacional e dezenas de outras organizações aproveitam este dia para recordar as vítimas e apelar ao fim dos desaparecimentos forçados.
 

 

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