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Segurança com Direitos Humanos

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quinta, 06 janeiro 2011 15:26

Combater o terrorismo com justiça

A “guerra contra o terrorismo” tem levado à erosão de uma série de direitos humanos, uma vez que os estados têm recorrido a práticas proibidas pela lei internacional com o pretexto da segurança nacional.

Existem fortes provas de que a agenda de segurança global posta em prática após o 11 de setembro de 2001, a “guerra contra o terrorismo” liderada pelos EUA e o desrespeito seletivo dos EUA pela lei internacional encorajaram e incentivaram abusos por parte de Governos em todas as partes do mundo. Em muitos países, novas doutrinas de segurança continuaram a alargar o conceito de “guerra” a áreas que até agora eram de competência policial, promovendo a noção de que os Direitos Humanos podem ser restringidos quando se trata da detenção, interrogatório e acusação de suspeitos de “terrorismo”.

 A Amnistia Internacional posicionou-se sempre contra os atos de terrorismo que nos últimos anos provocaram milhares de civis mortos ou feridos. No entanto, a AI acredita que uma segurança real destes ataques só pode ser alcançada através do fortalecimento de mecanismos de defesa dos direitos humanos e não por ações que os comprometam.

 

Esta área de trabalho está a ser revista internacionalmente de forma a fortalecer o trabalho da Amnistia Internacional sobre estes temas.

Veja aqui o relatório externo encomendado pela Amnistia Internacional sobre o seu trabalho com outras organizações e indivíduos.