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Fim da Mutilação Genital Feminina

Notícias

quinta, 04 fevereiro 2010 00:00

Fim à Mutilação Genital Feminina – lançamento da Estratégia Europeia dia 8 Fevereiro

A Associação para o Planeamento da Família (APF) e a Amnistia Internacional são os Parceiros em Portugal, responsáveis pela Estratégia Europeia para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina (MGF). A estratégia reúne um conjunto de recomendações direccionadas às Instituições Europeias com a finalidade de que adoptem as medidas necessárias para a eliminação definitiva desta prática gravemente atentatória dos Direitos Humanos das mulheres e meninas e raparigas.

 
terça, 08 setembro 2009 00:00

Novo website monitoriza a resposta da União Europeia à Mutilação Genital Feminina

 

altA Campanha FIM À MGF lança hoje o seu websitewww.endfgm.eu. O website vai providenciar uma identidade online para a Campanha da Amnistia Internacional que tem como objectivo assegurar que a União Europeia crie uma estratégia definitiva para acabar com a Mutilação Genital Feminina na Europa e que proteja as mulheres e as crianças que fogem dos seus países receando ser mutiladas. 
Elegendo como alvo a UE, o website reforça a agenda da prevenção da Mutilação Genital Feminina na Europa. O website acompanha a resposta das instituições da União Europeia bem como do Conselho da Europa na avaliação de cada desenvolvimento em matéria de MGF. O website terá em breve um mapa interactivo da Europa que providenciará informação sobre as taxas de ocorrência e a legislação em matéria de MGF em cada estado membro da UE.
 

 
quarta, 22 julho 2009 00:00

Bósnia-Herzegovina: Não há justiça para vítimas de violação

A condenação pelo Tribunal Penal Internacional de Milan e Sredoje Lukiæ a, respectivamente, prisão perpétua e 30 anos de prisão por crimes contra de guerra e crimes contra a humanidade, incluindo homicídio, perseguição, extermínio e tortura, traz justiça aos crimes cometidos mas ignora o sofrimento das vítimas de violência sexual, disse a Amnistia Internacional (AI).

“Estas mulheres foram forçadas a viver com as memórias do seu sofrimento sem terem tido reconhecimento ou compensação”, disse Nicola Duckworth, Directora do Programa para a Europa e Ásia Central da AI.

 

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