Home PageMapa do SiteImprimir

Agir

Petição contra os desalojamentos forçados em Angola reúne mais de 10.000 assinaturas!
sexta, 17 dezembro 2010 14:46

altAderindo ao apelo lançado pela Amnistia Internacional Portugal,  10.113 pessoas assinaram a petição que apelava ao fim dos desalojamentos forçados em Angola, que desde 2001 deixaram sem casa ou sem qualquer compensação, mais de 10.000 famílias angolanas. A petição, agora entregue ao Embaixador da República Popular de Angola em Portugal, exige o fim desta prática e apela à elaboração de planos que assegurem a garantia legal de ocupação, assim como o acesso a água potável e saneamento básico adequado para os que vivem em estabelecimentos informais.

 Recolhidas desde o Dia Internacional do Habitat em 2009, as 10.113 assinaturas foram recolhidas das mais diversas formas, desde acções de rua para o efeito até à adesão online, e representam simbolicamente o número de famílias que foram vítimas desta prática. Esta enorme adesão é um indicador claro de que o governo angolano não pode ignorar esta realidade e deve proteger os seus cidadãos, proporcionando-lhes  habitação alternativa e dando prioridade aos mais vulneráveis.

 
Petição contra os desalojamentos forçados em Angola
quinta, 07 outubro 2010 14:15

alt(ACÇÃO ENCERRADA)

A AI Portugal convida-o a assinar a petição em nome das mais de 10.000 famílias vítimas de desalojamento forçado em Angola, desde 2001. Queremos reunir 10.000 assinaturas que serão entregues ao Embaixador de Angola em Portugal no dia 9 de Dezembro de 2010. Já só nos faltam 800 assinaturas. Participe, assine!

Junte o seu nome à “Casa das Assinaturas”

Angola – Famílias que já foram desalojadas mais do que uma vez, continuam em risco

Desde Julho de 2001, mais de 10,000 famílias de Luanda ficaram sem abrigo depois de terem sido vítimas de desalojamentos forçados. Estes desalojamentos foram levados a cabo pela polícia, soldados, agentes municipais e seguranças privados, que frequentemente recorreram ao uso excessivo de força e a armas de fogo. Em algumas ocasiões, a polícia prendeu e deteve, por períodos breves, algumas pessoas que resistiram às operações assim como membros da organização local, SOS Habitat, que defende o direito à habitação e que tentaram persuadir as autoridades a parar com os desalojamentos.

 

Pág. 2 de 5