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Acabar com a violência sobre as mulheres

Agir

quinta, 02 dezembro 2010 00:00

É urgente a garantia de compensação às sobreviventes de violação sexual durante a guerra da Bósnia

(ACÇÃO ENCERRADA)

Entre 1992-1995, na guerra da Bósnia-Herzegovina, milhares de raparigas e mulheres foram violadas, a maior parte das vezes, com extrema brutalidade. Os testemunhos dados por estas mulheres, logo após o final da guerra, resultaram numa grande cobertura mediática, revolta pública e alterações no Direito Internacional.

Contudo, após o tema de violações em tempo de guerra ter desaparecido das notícias internacionais, pouco foi feito relativamente aos sobreviventes destes crimes.

Em 2009 a Amnistia Internacional foi à Bósnia-Herzegovina para falar com sobreviventes deste crime de guerra sobre as suas necessidades, problemas e experiências com o Sistema de Justiça. As conclusões foram claras: as autoridades da Bósnia-Herzegovina falharam em garantir o acesso à justiça e reparação por parte destas sobreviventes.

 
terça, 30 novembro 2010 00:00

Exija Justiça para as vítimas sobreviventes de violação sexual na República Democrática do Congo

alt(ACÇÃO ENCERRADA)

“É tempo para todos nós assumirmos a responsabilidade de ir mais além da mera condenação deste comportamento, para tomarmos medidas concretas para lhe por um fim, para torná-lo socialmente inaceitável e reconhecer que não é um comportamento cultural, mas sim criminoso.”
Hillary Clinton, Setembro de 2009

Em Agosto deste ano, surgiram relatos chocantes de violações massivas no território Walikale, a norte da província Kivu, na República Democrática do Congo (RDC).

Durante quatro dias, grupos armados que combatiam as forças armadas da RDC, atacaram aldeias sistematicamente, violando mais de 300 mulheres, raparigas, homens e crianças e roubando as suas propriedades. As forças de segurança do governo e as forças de manutenção da Paz das Nações Unidas destacadas para esta zona não conseguiram proteger a população.

 
quinta, 25 novembro 2010 00:00

Nicarágua – Ajude a por fim aos abusos sexuais e à violação de raparigas

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“A violação e abuso sexual de raparigas entre os 13 e os 15 anos – são estes os casos que recebemos com mais frequência aqui no centro. Quem são os responsáveis? Uma grande maioria é abusada pelos membros da própria família, tios, primos, padrastos, pais, avôs.”
Director de um Centro que proporciona apoio a vítimas de violência doméstica e outros tipos de violência, Granada, Nicarágua 
As violações e abusos sexuais são práticas generalizadas na Nicarágua e a maior parte das vítimas são jovens mulheres. Mais de dois terços das violações denunciadas à polícia entre 1998 e 2008 (mais de 14,000 casos) foram cometidas contra raparigas menores de 17 anos e em mais de metade as vítimas eram menores de 14 anos. 

Os responsáveis por estes abusos são frequentemente membros da família que pressionam as suas vítimas a manterem o silêncio. 

 
quinta, 25 novembro 2010 00:00

16 Dias de Activismo Contra a Violência de Género  

A Amnistia Internacional (AI) junta-se de novo, e por todo o mundo, aos 16 Dias de Activismo Contra a Violência de Género. Este ano o tema escolhido pela AI, centra-se sobre os Direitos Sexuais e Reprodutivos. A Amnistia escolheu trabalhar este tema como parte da sua campanha “Exija Dignidade”, que tem como objectivo contribuir para acabar com as violações de direitos humanos que perpetuam e aprofundam o índice global da pobreza.

Os direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos reconhecidos por tratados internacionais, padrões regionais, constituições nacionais entre outras. Como tal o respeito destes direitos é essencial para o alcance da Dignidade Humana e para o gozo de bem-estar físico, emocional, mental e social. O cumprimento destes direitos pode melhorar em larga escala a saúde, as relações pessoais e ajudar a alcançar a igualdade de género entre os seres humanos. Todas as pessoas devem usufruir dos seus direitos sexuais e reprodutivos livres de coerção, discriminação e violência.  
 

 
sexta, 01 outubro 2010 00:00

Assine esta petição para exigir o fim da violência sexual durante conflitos armados  

altMuitas mulheres e raparigas por todo o mundo sofrem os efeitos dos conflitos armados, ao serem consideradas como alvos directos, quando a violência sexual é deliberadamente utilizada como uma táctica de guerra. A violência sexual num conflito armado não é inevitável! Pode ser travada se existirem as ferramentas para tal. O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução 1325, há dez anos atrás, onde exigia a participação das mulheres em todos os processos da manutenção da paz e na prevenção deste tipo de violência. Mas a implementação desta resolução tem sido bastante morosa.

 

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