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O que fazemos

quarta, 05 janeiro 2011 12:14

A Amnistia Internacional opõe-se à aplicação da pena de morte em quaisquer circunstâncias e trabalha no sentido de por fim às execuções e da sua abolição em todo o mundo.

Rumo à abolição

Pouco depois da sua fundação em 1961, a Amnistia Internacional começou a enviar apelos para prevenir a execução de prisioneiros de consciência. Com o passar do tempo, a oposição à pena de morte alargou-se a todos os prisioneiros, independentemente do crime pelo qual tinham sido condenados.

O progresso foi impressionante nas últimas décadas. Em 1977 apenas 16 países tinham abolido a pena de morte para todos os crimes. Trinta anos depois, o número aumentou para mais de 90.

Trabalho de casos individuais

Uma das técnicas de trabalho mais antiga da Amnistia Internacional são as Ações Urgentes. Descrevem casos individuais de vítimas de violações de direitos humanos e propõem a escrita de apelos às autoridades dos países visados, de acordo com recomendações definidas para cada caso.

Esta técnica é largamente utilizada nos casos de pena de morte, para os quais a Amnistia Internacional pede incondicionalmente a comutação da pena.