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Dados e Números

quarta, 24 março 2010 00:00

Pena de Morte em 2009: Conheça os números  

altA Amnistia Internacional lança hoje, dia 30 de Março, os dados sobre a utilização da pena de morte como forma de punição no ano de 2009.

O relatório Death Sentences and Executions in 2009 revela que pelo menos 714 pessoas foram executadas em 18 países no ano passado e que 2.001 pessoas foram condenadas à morte em 56 países. Conheça os números relativos às execuções e às condenações à morte no ano de 2009.


Rumo à abolição da pena capital

Os dados recolhidos pela Amnistia Internacional mostram que em 2009 a tendência mundial evoluiu no sentido da abolição da pena de morte. O número de países que eliminou esta forma de punição dos seus sistemas legais subiu para 95, quando em 2009 o Burundi e o Togo a aboliram completamente para todo o tipo de crimes.

 
terça, 24 março 2009 00:00

Pena de Morte: 2390 execuções no mundo em 2008, 72% na China  

altA Amnistia Internacional revelou hoje que, em 2008, houve mais execuções na Ásia que em qualquer outra parte do mundo, uma vez que só a China realizou mais que a soma de todas as outras partes. A contrastar, o único país na Europa que ainda aplica a pena de morte é a Bielorússia.

A pena de morte é o castigo derradeiramente cruel, desumano e degradante. Decapitações, electrocussões, enforcamentos, injecções letais, fuzilamentos e apedrejamentos não têm lugar no século XXI”, afirmou Irene Khan, Secretária-Geral da Amnistia Internacional. 

O relatório “Condenações à morte e execuções em 2008”, que proporciona uma visão global sobre a situação da pena de morte, constatou que, entre Janeiro e Dezembro de 2008, pelo menos 2390 pessoas foram executadas em 25 países e pelo menos 8864 foram condenados à morte em 52 estados. 

A Amnistia Internacional divulgou também informação sobre os países que aplicaram a pena de morte no seguimento de julgamentos injustos, como o Afeganistão, o Irão, o Iraque, a Nigéria, a Arábia Saudita, o Sudão e o Iémen. O relatório aborda a forma discriminatória e persistente como a pena de morte é, por vezes, aplicada a pessoas pobres, a minorias e membros de comunidades raciais, étnicas e religiosas, em países como o Irão, o Sudão, a Arábia Saudita e os Estados Unidos da América. E o risco de executar um inocente contínua, como o demonstram os quatro prisioneiros libertados do corredor da morte nos Estados Unidos da América após se ter provado a sua inocência.

Muitos dos condenados à pena de morte definham em condições de detenção rígidas e enfrentam sofrimento psicológico. Por exemplo, os prisioneiros no Japão são, por norma, apenas informados da data de sua execução na manhã do próprio dia e as famílias são apenas informadas após a consumação.

 

 

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