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quinta, 23 outubro 2008 00:00

“Confissão” televisiva de iraniana condenada a apedrejamento criticada  

alt(ACÇÃO ENCERRADA)

A Amnistia Internacional criticou a “confissão” televisiva, feita na noite de ontem, de Sakineh Mohammadi Ashtiani, uma iraniana acusada de adultério e a aguardar execução por apedrejamento, na qual, aparentemente, confessava estar implicada no assassinato do marido.    
A entrevista foi emitida na Quarta-feira, dia 11 de Agosto, no programa de Seda va Sima das 20h30 da Televisão da Republica Islâmica do Irão.  

As “confissões” televisivas têm sido repetidamente usada pelas autoridades para incriminar indivíduos que se encontram sob custódia. Muitos retratam-se mais tarde destas “confissões”, afirmando terem sido coagidos a fazê-las, por vezes sob tortura ou outros maus tratos.  

“Esta “confissão” faz parte de um crescente padrão de outras confissões e declarações auto-incriminatórias feitas por muitos detidos neste último ano”, disse Hassiba Hadj Sahraoui, Vice-Director da Amnistia Internacional do Programa do Médio Oriente-Norte de África. 
 

 
terça, 30 setembro 2008 00:00

Notícias sobre iraniana em risco de apedrejamento  

(ACÇÃO ENCERRADA)

Na sequência da pressão que está a ser exercida pelos activistas da Amnistia Internacional, durante o fim-de-semana chegou a notícia que a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani não será executada por apedrejamento. A garantia foi dada pelo Embaixador do Irão no Reino Unido. No entanto, a pena capital não foi anulada e esta mãe de duas crianças continua em risco de vida.

 
quarta, 17 setembro 2008 00:00

Iraniana em risco de apedrejamento  

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A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, mãe de duas crianças, está condenada à morte por apedrejamento e a sua pena será em breve cumprida se os activistas da Amnistia Internacional não a conseguirem impedir. Vamos tentar travar mais este castigo cruel e desumano!

Sakineh Mohammadi começou por ser julgada a 15 de Maio de 2006, por ter alegadamente tido um “relacionamento ilícito” com dois homens. Foi condenada a 99 chicotadas. Em Setembro do mesmo ano foi novamente acusada de “adultério enquanto casada” e confessou o crime sob forte coacção, no momento do interrogatório. Em tribunal retirou a confissão e disse ter sido coagida.

Sem provas claras e conclusivas do adultério, dois dos cinco juízes presentes em Tribunal declaram Sakineh Mohammadi não culpada, mas os restantes três, entre eles o juiz que presidiu ao julgamento, declaram-na culpada. Para tal utilizaram uma cláusula existente na lei iraniana que permite aos juízes decidirem com base no “conhecimento do juiz”, ou seja, no seu entendimento subjectivo.

 

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