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terça, 06 janeiro 2009 00:00

É preciso salvar Delara Darabi da condenação à morte  

alt(ACÇÃO ENCERRADA)

A Amnistia Internacional congratula-se com a decisão do adiamento da execução de Delara Darabi, a iraniana de 22 anos condenada à pena de morte. No entanto, Delara ainda pode ser executada caso a família da vítima não concorde em substituir a pena de morte por uma indemnização.  
Como tal, a Amnistia Internacional pede que subscrevam o apelo sobre o caso de Delara Darabi, de forma a travar a sua execução. 

 
sexta, 02 janeiro 2009 00:00

Execução eminente de jovem iraniana  

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Delara Darabi, Iraniana, de 22 anos de idade, foi condenada à pena de morte quando tinha apenas 17 anos de idade. A sua execução está agora eminente, tendo sido marcada segundo o jornal iraniano Etemad, para o dia 18 de Abril, e segundo outra fonte para o dia 20 de Abril. Delara Darabi foi condenada por ter assassinado um familiar quando tinha apenas 17 anos de idade e a não ser que o poder judicial intervenha, a execução poderá ser anulada desde que toda a sua família aceite o pagamento do diyeh, ou seja um valor para compensar a morte da vítima que é pago à sua família.  Uma das familiares continua indecisa.
 

 
sexta, 28 novembro 2008 00:00

O Mundo Inteiro vai dizer Não à Pena de Morte  

altNo próximo Domingo, dia 30 de Novembro, e à semelhança dos anos anteriores, a Comunidade de Sant’Egidio e a Coligação Mundial Contra a Pena de Morte, da qual a Amnistia Internacional faz parte, vão promover o evento“Cidades para a Vida – Cidades contra a Pena de Morte”, que pretende unir o mundo inteiro em torno do mesmo objectivo: abolir definitivamente a Pena de Morte.

O evento celebra-se a 30 de Novembro pois foi nesse dia, do ano de 1786, que o então chamado Grão-Ducado da Toscana, no Norte de Itália, aboliu a pena de morte, tornando-se no primeiro estado europeu a acabar com esta forma de punição. Portugal foi também pioneiro e aboliu a pena capital em 1867, para crimes civis, e em 1976, para crimes militares.

No entanto, é importante frisar que 60 países no mundo continuam a executar pessoas – seja por decapitação, cadeira eléctrica, enforcamento, injecção letal, fuzilamento ou apedrejamento – como forma de as punir pelos crimes alegadamente cometidos (ver lista de países). Algumas delas, acrescente-se, são condenadas no seguimento de julgamentos injustos e, por vezes, sentenciadas à morte por crimes como o adultério ou o roubo.

 

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