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Escolas Amigas dos Direitos Humanos

 
Projeto Escolas Amigas dos Direitos Humanos

“Numa sociedade pautada pelo consumo, pelo egoísmo, pelo individualismo, pela competição feroz que não vê meios para atingir fins, é urgente que a Educação para os Direitos Humanos se torne uma prioridade, dando a conhecer à comunidade escolar os seus direitos, como exercê-los e defendê-los, assim como a importância de respeitar e advogar pelos direitos dos outros, principalmente daqueles que não têm voz.”

Marília Santos, Professora Coordenadora do Projeto EADH 
 
 
“O projeto teve o impacto na comunidade escolar notório. Funciona como um “despertador de consciências” e que tem um efeito de disseminação para além do expectável. As aptidões que poderiam estar submersas na personalidade de cada individuo foram tocadas pelo processo do conhecimento e das relações interpessoais. A empatia por atividades associadas ao projeto #escola amiga dos direitos Humanos” reconfigura as condutas dos intervenientes e contagiam os mais “incautos”. O conhecimento de acontecimentos indignos, à escala mundial sensibilizou a comunidade educativa e projeta-os para relações de confiança – de confiança no mundo porque o Homem EXISTE. Sentem-se responsáveis pela sociedade e lutam para que ela não paralise. As reações coletivas das quais depende a vitalidade de um grupo, respiram um clima de cidadania.”
 
Eduarda Mendes, Professora 
 
 
“Sinto que cresci, um mundo de descoberta que para mim era quase desconhecido. Sinto-me como se estivesse a mudar o mundo, mas sei que o que faço é pouco, mas juntando a todo um resto de ativistas de direitos humanos, podemos mudar vidas.”
 
Isa Guerra, Aluna 
 
 
 
 
“(Participação ativa) para mim é os alunos terem uma voz, algo a dizer, concordando ou não, dando as suas razões, respeitando sempre os direitos de todos e serem ouvidos.”
 
Marilene Epaminondas, Aluna
 
 
 
 
 
“Desde que me apercebi o que eram realmente os direitos humanos e o que cada um defendia, comecei a estar mais atenta ao que me rodeava e a tentar perceber o porquê de tantos conflitos, e como os podia resolver. Estar próxima dos casos e dar a conhecer cada um deles, é um pequeno passo para fazer a diferença.”
 
Patrícia Fontes, Aluna 
 
 
 
 
Quando o lema do Projeto Educativo do Agrupamento é “Uma escola de todos/as e para todos/as” já está explicado o abraço desta unidade orgânica ao Projeto “Escolas Amigas dos Direitos Humanos”.
De facto, as escolas do nosso Agrupamento são, também, e sobretudo, espaços que educam para os direitos humanos. O Projeto Educativo prevê, nos seus objetivos, cultivar a qualidade de vida de toda a comunidade educativa, no contexto de uma ética de responsabilidade e de respeito pela pessoa humana, assim como pelo exercício da sua dignidade e autonomia.
Com este enquadramento, a missão que pretende ser levada a cabo por todos/as, desde o pessoal docente e não docente, contando, e incondicionalmente, com as famílias e encarregados/as de educação, bem como, com os parceiros locais e regionais, é apenas uma: prestar um serviço educativo público de qualidade que assegure a formação integral e o sucesso escolar e educativo de alunas e alunos com vista ao prosseguimento de estudos e/ou à integração na vida ativa e ao seu sucesso pessoal e social.
Ligar o Agrupamento de Escolas Professor Reynaldo dos Santos ao Projeto “Escolas Amigas dos Direitos Humanos” é poder contribuir para cimentar valências como o direito à diferença, o respeito pelas personalidades diversas e pelos projetos individuais de existência, salvaguardados os direitos fundamentais da pessoa humana; a integração e o apoio de iniciativas da comunidade escolar, e outras, que visem promover a inclusão social e práticas de cidadania geradoras de coesão e de relações interpessoais e sociais baseadas na igualdade; a educação para a cidadania e a igualdade de género como uma componente do currículo de natureza transversal, na educação pré-escolar e em todos os ciclos de ensino, tanto no currículo formal, como no currículo oculto, da responsabilidade de todas as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. 
Registe-se que caminhamos no trilho certo da formação e educação dos nossos e das nossas discentes, quando as iniciativas internas, e referimo-nos a todos os Projetos que são desenvolvidos no Agrupamento, se articulam com desafios como este, promovido pela Amnistia Internacional, dando, assim, as mãos para que sejam consciencializados e tornados presentes, nos espaços das escolas do Agrupamento, valores como a democracia, a igualdade, a não discriminação, a justiça e a responsabilidade. 
 
Vera Lúcia Guimarães Borges, Diretora da Escola